Um ranking elaborado pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) classificou como crítico o grau de eficiência de Prefeituras e Câmaras do interior do Estado no combate às irregularidades e ilegalidades na atuação dos gestores desses órgãos públicos.

O dado faz parte do 1º Ranking de Controle Interno realizado a partir de uma pesquisa elaborada pelo Ministério Público de Contas (MPC) e respondida pelo Governo do Estado, Prefeituras e Legislativos municipais.

Na pesquisa, os órgãos de Controle Interno envolvidos foram classificados em quatro níveis: crítico, deficiente, mediano e elevado.

Ranking é parecido nos municípios

Das 62 prefeituras amazonenses, 52 foram apontadas como ‘críticas’ em seu controle interno, inclusive a Prefeitura de Manaus. O cenário é similar às câmaras municipais: das 62 em todo o Estado, 61 tiveram o controle interno classificado como “crítico”.

“O controle interno serve para auxiliar o gestor na execução de sua administração, evitando que problemas ocorram. Essa pesquisa é um Raio-X na administração pública que permite ao MPC saber se os gestores estão contribuindo para que suas ações sejam conduzidas de forma legal, econômica, eficaz e efetiva”, explicou a subprocuradora-geral de Contas, Evelyn Freire de Carvalho.

Resposta — Segundo a subprocuradora, que responde pela Coordenadoria de Transparência, Acesso à Informação e Controle Interno, os órgãos públicos têm até o dia 7 de janeiro se manifestarem sobre o resultado da pesquisa e informarem os ajustes que farão nos respectivos controles internos para se adequar à legislação.

Os resultados de cada município estão no link https://controleinterno.mpc.am.gov.br.